quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
IPCN 35 ANOS! - UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA
Lutar por direitos em um país sem direitos. Esta era a proposta do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN) que combateu o racismo em plena ditadura militar. E para comemorar os 35 anos desta iniciativa, Aduni Benton, Diretora Artística da Cia. É Tudo Cena!, realiza o seminário IPCN 35 ANOS! - UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA, dia 23 e 24 de novembro, no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Centro do Rio de Janeiro.
Do evento sairão os primeiros depoimentos para o documentário sobre a ação da instituição no cenário racial brasileiro. No primeiro dia haverá homenagem aos mantedores das tradições religiosas africanas e mesa redonda sobre a ação do IPCN no combate ao racismo.
Entre os convidados está o Ministro Edson Santos, Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, João Jorge, Presidente do Olodum, Gevanilda Silva, Socióloga Política da PUC/SP e Milton Barbosa, Membro fundador do Movimento Negro Unificado (MNU). O movimento negro carioca na ditadura e suas conquistas estarão no foco do segundo dia do encontro que contará com a presença de Yedo Ferreira, Membro Fundador do IPCN e MNU, Wilson Prudente, Procurador do Ministério Público do Trabalho, e Amauri Silva, Diretor do Centro Cultural José Bonifácio.
O Seminário IPCN 35 ANOS! - UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA será realizado dia 23 e 24 de novembro, das 18h às 22h, no auditório do Cedim que fica na Rua Camerino, 51, Centro do Rio de Janeiro. A entrada é franca. Realização: Cia. É Tudo Cena!, LUB, COBRA e Gerador CulturalApoio Cultural: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Cedine, Rio Zumbi 2009,Superintendência Executiva dos Conselhos Vinculados e Conselho Estadual dos Direitos da MulherParceiros: Unegro, Memorial Lélia Gonzalez e Embaixada das Caricaturas
PROGRAMAÇÃO: 23 DE NOVEMBRO DE 2009 ● HOMENAGEM A TRÊS MANTENEDORES DA TRADIÇÃO DAS MATRIZES AFRICANAS – PAI AMARO DE XANGÔ, MÃE BELINHA DE OXÓSSE E PAI ZÉZINHO DA BOA VIAGEM MESTRES DE CERIMÔNIA:Adagoberto Arruda – Diretor Administrativo e de Patrimônio do IPCNVilma Piedade – Coordenadora de Comunicação da Rede Nacional de Religiões Afrobrasileiras de Saúde ●
1ª Mesa – Abertura do Seminário- Ministro Edson Santos - Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial- Hildézia de Medeiros - Superintendente Executiva dos Conselhos Vinculados da Secretaria de Estado de Ação Social e Direitos Humanos- Paulão Santos - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro- Cecília Teixeira Soares - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher Mediadora: Aduni Benton – Diretora do Documentário IPCN 35 Anos! Uma Escola de Formação Política e da Cia. É Tudo Cena!
2ª Mesa – A INFLUÊNCIA DO IPCN NO COMBATE AO RACISMO NACIONAL- João Jorge –Presidente do Olodum- Gevanilda Silva – Mestre em Sociologia Politica PUC SP- Milton Barbosa – Membro fundador do MNU- Teresa Santos - Atriz e Diretora Teatral- Juarez Xavier – Jornalista e Membro fundador da UNEGRO- Amauri Mendes – Doutor em Ciências Sociais e ex-Presidente do IPCN Mediador: Luiz Eduardo Negrogun –Presidente do COBRA e Regional do Movimento Negro do PDT
24 DE NOVEMBRO DE 2009 1ª Mesa – A CONSTRUÇÃO DO MOVIMENTO NEGRO NO RJ – DÉCADAS DE 70/80 - Yedo Ferreira –Membro Fundador do IPCN e MNU- Suzete Paiva - Professora e Membro da UNEGRO- Ana Felipe - Coordenadora do Memorial Lélia Gonzalez , Fundadora do IPCN e Presidente da Associação de Estudos e Atividades Filosóficos (SEAF) - Wilson Prudente – Procurador do Ministério Público do Trabalho- Edialeda Salgado – Médica e Presidente Nacional do Movimento Negro do PDT- Jorge Coutinho – Presidente do Sindicato dos Artistas e Presidente do PMDB Afro. Mediadora: Angélica Basthi - Jornalista
EXPERIÊNCIAS DE GESTÃO CONQUISTAS DIFICULDADES LEGADOS – com ex-Presidentes do IPCN e a atual- Benedito Sergio – Representante da Fundação Cultural Palmares no Rio de Janeiro- Orlando Fernandes - Antigo militante do Partidão e fundador do PDT, fundador do IPCN e GRANES Quilombo- Paulo Roberto dos Santos – Assessor Especial da Superintendência de Igualdade Racial- Abgail Páschoa – Militante Histórica do Movimento de Mulheres e Homens Negros- Sebastião Soares - Pós Graduado em Historia da África- Amauri Silva – Diretor do Centro Cultural José Bonifácio- Maria Alice – Produtora Cultural e Presidente do IPCN Mediador: Júlio Tavares – Antropólogo
Simone Leite e Luana Sousa
Projeto IPCN 35 ANOSComunicação e Assessoria de Imprensa
Tels.: Luana - 88211956 e Simone – 95508983
e-mail:luana@ipcn35anos.com.br
Do evento sairão os primeiros depoimentos para o documentário sobre a ação da instituição no cenário racial brasileiro. No primeiro dia haverá homenagem aos mantedores das tradições religiosas africanas e mesa redonda sobre a ação do IPCN no combate ao racismo.
Entre os convidados está o Ministro Edson Santos, Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, João Jorge, Presidente do Olodum, Gevanilda Silva, Socióloga Política da PUC/SP e Milton Barbosa, Membro fundador do Movimento Negro Unificado (MNU). O movimento negro carioca na ditadura e suas conquistas estarão no foco do segundo dia do encontro que contará com a presença de Yedo Ferreira, Membro Fundador do IPCN e MNU, Wilson Prudente, Procurador do Ministério Público do Trabalho, e Amauri Silva, Diretor do Centro Cultural José Bonifácio.
O Seminário IPCN 35 ANOS! - UMA ESCOLA DE FORMAÇÃO POLÍTICA será realizado dia 23 e 24 de novembro, das 18h às 22h, no auditório do Cedim que fica na Rua Camerino, 51, Centro do Rio de Janeiro. A entrada é franca. Realização: Cia. É Tudo Cena!, LUB, COBRA e Gerador CulturalApoio Cultural: Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Cedine, Rio Zumbi 2009,Superintendência Executiva dos Conselhos Vinculados e Conselho Estadual dos Direitos da MulherParceiros: Unegro, Memorial Lélia Gonzalez e Embaixada das Caricaturas
PROGRAMAÇÃO: 23 DE NOVEMBRO DE 2009 ● HOMENAGEM A TRÊS MANTENEDORES DA TRADIÇÃO DAS MATRIZES AFRICANAS – PAI AMARO DE XANGÔ, MÃE BELINHA DE OXÓSSE E PAI ZÉZINHO DA BOA VIAGEM MESTRES DE CERIMÔNIA:Adagoberto Arruda – Diretor Administrativo e de Patrimônio do IPCNVilma Piedade – Coordenadora de Comunicação da Rede Nacional de Religiões Afrobrasileiras de Saúde ●
1ª Mesa – Abertura do Seminário- Ministro Edson Santos - Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial- Hildézia de Medeiros - Superintendente Executiva dos Conselhos Vinculados da Secretaria de Estado de Ação Social e Direitos Humanos- Paulão Santos - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro- Cecília Teixeira Soares - Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher Mediadora: Aduni Benton – Diretora do Documentário IPCN 35 Anos! Uma Escola de Formação Política e da Cia. É Tudo Cena!
2ª Mesa – A INFLUÊNCIA DO IPCN NO COMBATE AO RACISMO NACIONAL- João Jorge –Presidente do Olodum- Gevanilda Silva – Mestre em Sociologia Politica PUC SP- Milton Barbosa – Membro fundador do MNU- Teresa Santos - Atriz e Diretora Teatral- Juarez Xavier – Jornalista e Membro fundador da UNEGRO- Amauri Mendes – Doutor em Ciências Sociais e ex-Presidente do IPCN Mediador: Luiz Eduardo Negrogun –Presidente do COBRA e Regional do Movimento Negro do PDT
24 DE NOVEMBRO DE 2009 1ª Mesa – A CONSTRUÇÃO DO MOVIMENTO NEGRO NO RJ – DÉCADAS DE 70/80 - Yedo Ferreira –Membro Fundador do IPCN e MNU- Suzete Paiva - Professora e Membro da UNEGRO- Ana Felipe - Coordenadora do Memorial Lélia Gonzalez , Fundadora do IPCN e Presidente da Associação de Estudos e Atividades Filosóficos (SEAF) - Wilson Prudente – Procurador do Ministério Público do Trabalho- Edialeda Salgado – Médica e Presidente Nacional do Movimento Negro do PDT- Jorge Coutinho – Presidente do Sindicato dos Artistas e Presidente do PMDB Afro. Mediadora: Angélica Basthi - Jornalista
EXPERIÊNCIAS DE GESTÃO CONQUISTAS DIFICULDADES LEGADOS – com ex-Presidentes do IPCN e a atual- Benedito Sergio – Representante da Fundação Cultural Palmares no Rio de Janeiro- Orlando Fernandes - Antigo militante do Partidão e fundador do PDT, fundador do IPCN e GRANES Quilombo- Paulo Roberto dos Santos – Assessor Especial da Superintendência de Igualdade Racial- Abgail Páschoa – Militante Histórica do Movimento de Mulheres e Homens Negros- Sebastião Soares - Pós Graduado em Historia da África- Amauri Silva – Diretor do Centro Cultural José Bonifácio- Maria Alice – Produtora Cultural e Presidente do IPCN Mediador: Júlio Tavares – Antropólogo
Simone Leite e Luana Sousa
Projeto IPCN 35 ANOSComunicação e Assessoria de Imprensa
Tels.: Luana - 88211956 e Simone – 95508983
e-mail:luana@ipcn35anos.com.br
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Cover relembra os sucessos do Rei do Rock
Com shows, que emocionam o público, Marcelo mata a saudades dos fãs
No dia 16 de Agosto de 1977, há exatos 32 anos, morria, ao 42 anos, em Memphis,Estados Unidos, Elvis Presley, considerado o Rei do Rock. Sua música e sua voz forte conquistaram milhares de fãs. O jeito ousado e atrevido de dançar influenciaram uma geração e até hoje serve de modelo.
O servidor público Marcelo Rocha Paúra, 40 anos, é um exemplo da força da música do rei do Rock. Marcelo, que tinha 8 anos quando Elvis morreu, conhecia o astro dos filmes e não dos shows. “Sempre gostei de cantar e depois de conhecer o Elvis dos shows passei a querer imitá-lo. Esse sonho começou a se realizar no ano passado, quando comecei a cantar para amigos e colegas de trabalho e eles gostaram”, explica.
Cantando em velório- Sua prova de fogo foi um pouco estranha. “Fui chamado para fazer minha primeira apresentação em uma festa temática, em Bangu. Quando cheguei o salão estava vazio. Fui informado que as pessoas que participariam da festa sofreram um acidente em Santa Cruz e algumas morreram. Mas a festa não foi cancelada. Eu, no palco cantando e os convidados chorando.”, lembra. Depois desse já fez aniversário e outras festas. Até Setembro tem seis shows marcados.
Investimento –O cover relembra a década de 70.Através de pesquisa ele e sua esposa começaram a confeccionar os jumpsuits (macacões que eram usado por Elvis). “Peço para fazer o macacão e eu e minha esposa colocamos os detalhes”, explica. Marcelo diz que importa as pedras usadas nas roupas.“Importo as pedras doS Estados Unidos, onde é mais fácil encontrar. Já gastei R$ 1.000 para a caracterização”, revela. O show inclui músicas famosas do rei do rock como “Silvia”, “Love me Tender”, “Always on my mind”, “Kiss me Quick” e “It’s now or never”.Os fã ficam muito emocionados.Um deles me abraçou e me deu uma rosa”,diz.
Marcelo que morava no bairro do Barata e há um ano reside em Niterói, tem total apoio da família. “Minha esposa vai aos shows comigo e me ajuda na produção. Meu filho já é fã do Elvis”, diz. O desejo de Marcelo é conhecer a Mansão Graceland, localizada em Memphis, lugar onde morou e morreu Elvis. Quem quiser contratar o show do Elvis é só entrar em contato pelo número: 8733-8704 ou pelo e-mail: mrpaura@ig.com.br.
Datas das apresentações
08/08- Churrascaria Marlene
30/08-Salão Salvação na Rua Frei Miguel, 367
04/09-Castelos do Vinho
10/10- Centro de Convivência em Padre Miguel
No dia 16 de Agosto de 1977, há exatos 32 anos, morria, ao 42 anos, em Memphis,Estados Unidos, Elvis Presley, considerado o Rei do Rock. Sua música e sua voz forte conquistaram milhares de fãs. O jeito ousado e atrevido de dançar influenciaram uma geração e até hoje serve de modelo.
O servidor público Marcelo Rocha Paúra, 40 anos, é um exemplo da força da música do rei do Rock. Marcelo, que tinha 8 anos quando Elvis morreu, conhecia o astro dos filmes e não dos shows. “Sempre gostei de cantar e depois de conhecer o Elvis dos shows passei a querer imitá-lo. Esse sonho começou a se realizar no ano passado, quando comecei a cantar para amigos e colegas de trabalho e eles gostaram”, explica.
Cantando em velório- Sua prova de fogo foi um pouco estranha. “Fui chamado para fazer minha primeira apresentação em uma festa temática, em Bangu. Quando cheguei o salão estava vazio. Fui informado que as pessoas que participariam da festa sofreram um acidente em Santa Cruz e algumas morreram. Mas a festa não foi cancelada. Eu, no palco cantando e os convidados chorando.”, lembra. Depois desse já fez aniversário e outras festas. Até Setembro tem seis shows marcados.
Investimento –O cover relembra a década de 70.Através de pesquisa ele e sua esposa começaram a confeccionar os jumpsuits (macacões que eram usado por Elvis). “Peço para fazer o macacão e eu e minha esposa colocamos os detalhes”, explica. Marcelo diz que importa as pedras usadas nas roupas.“Importo as pedras doS Estados Unidos, onde é mais fácil encontrar. Já gastei R$ 1.000 para a caracterização”, revela. O show inclui músicas famosas do rei do rock como “Silvia”, “Love me Tender”, “Always on my mind”, “Kiss me Quick” e “It’s now or never”.Os fã ficam muito emocionados.Um deles me abraçou e me deu uma rosa”,diz.
Marcelo que morava no bairro do Barata e há um ano reside em Niterói, tem total apoio da família. “Minha esposa vai aos shows comigo e me ajuda na produção. Meu filho já é fã do Elvis”, diz. O desejo de Marcelo é conhecer a Mansão Graceland, localizada em Memphis, lugar onde morou e morreu Elvis. Quem quiser contratar o show do Elvis é só entrar em contato pelo número: 8733-8704 ou pelo e-mail: mrpaura@ig.com.br.
Datas das apresentações
08/08- Churrascaria Marlene
30/08-Salão Salvação na Rua Frei Miguel, 367
04/09-Castelos do Vinho
10/10- Centro de Convivência em Padre Miguel
Jovens superam dificuldades e se destacam na montagem de peças infantis
Grupo, que surgiu em uma sala de aula, participa do 7° festival de teatro
Formado por 11 integrantes, dois deles da Zona Oeste, o grupo teatral LoucAtores surgiu em uma sala de pré-vestibular. “Enquanto fazíamos cursos para o vestibular montamos o espetáculo ‘Nós universitários’. Na época o grupo chamava-se Coxixo na Coxia”, lembra Leonardo Torres.
Depois de muitas idas e vindas, o grupo se definiu em 2008 quando montaram a peça “As Aventuras de Alice na Cidade Preciosa e trocaram de nome. Eles também encenaram os espetáculos “Os atordoados”, “A voz da Periferia”, e o “Pierrô apaixonado e a bailarina sem corda”.
Todas as peças são montadas pelos atores.“Além dos textos, confeccionamos o figurino, cuidamos da maquiagem e do cenário. O produtor musical Jonathan Ferr cuida da parte musical”, conta Anderson.No início de junho participaram do 7º Festival de Teatro da Cidade Rio de Janeiro. “Foram 273 grupos inscritos e apenas 22 selecionados, sendo dez na categoria infantil, que é a nossa”, revela Léo.O grupo não ganhou o festival, mas Jaqueline Tavares, moradora de Realengo, foi indicada para o prêmio de melhor atriz.” Ser indicada diante de tantos profissionais com mais experiência foi muito legal, conta.
Amor à arte- A falta de tempo exige uma dedicação maior. “Temos dificuldades para ensaiar, pois todos nós trabalhamos durante a semana. Então temos que nos encontrar nos finais de semana ou a noite”, conta Drica Rabello que participou da novela Florisbela, na Band. Questionados se é difícil viver da arte, são unânimes em dizer que conseguir uma boa renda é raro. “Não é difícil conseguir trabalho, mas sim um bom cachê”, diz Léo. Drica acrescenta: Não há uma valorização. As pessoas preferem ir ao cinema. Em agosto estarão no Sesc Madureira.Também fazem parte do grupo:Anderson Ribeiro, Jéssica Caldeira, Gláucia Caldeira, Gabriel Murga, Michelle Pegas, Natália Di-Vaio e Vanessa Lisboa.Contato: (21)93788056/ 94319740.
Formado por 11 integrantes, dois deles da Zona Oeste, o grupo teatral LoucAtores surgiu em uma sala de pré-vestibular. “Enquanto fazíamos cursos para o vestibular montamos o espetáculo ‘Nós universitários’. Na época o grupo chamava-se Coxixo na Coxia”, lembra Leonardo Torres.
Depois de muitas idas e vindas, o grupo se definiu em 2008 quando montaram a peça “As Aventuras de Alice na Cidade Preciosa e trocaram de nome. Eles também encenaram os espetáculos “Os atordoados”, “A voz da Periferia”, e o “Pierrô apaixonado e a bailarina sem corda”.
Todas as peças são montadas pelos atores.“Além dos textos, confeccionamos o figurino, cuidamos da maquiagem e do cenário. O produtor musical Jonathan Ferr cuida da parte musical”, conta Anderson.No início de junho participaram do 7º Festival de Teatro da Cidade Rio de Janeiro. “Foram 273 grupos inscritos e apenas 22 selecionados, sendo dez na categoria infantil, que é a nossa”, revela Léo.O grupo não ganhou o festival, mas Jaqueline Tavares, moradora de Realengo, foi indicada para o prêmio de melhor atriz.” Ser indicada diante de tantos profissionais com mais experiência foi muito legal, conta.
Amor à arte- A falta de tempo exige uma dedicação maior. “Temos dificuldades para ensaiar, pois todos nós trabalhamos durante a semana. Então temos que nos encontrar nos finais de semana ou a noite”, conta Drica Rabello que participou da novela Florisbela, na Band. Questionados se é difícil viver da arte, são unânimes em dizer que conseguir uma boa renda é raro. “Não é difícil conseguir trabalho, mas sim um bom cachê”, diz Léo. Drica acrescenta: Não há uma valorização. As pessoas preferem ir ao cinema. Em agosto estarão no Sesc Madureira.Também fazem parte do grupo:Anderson Ribeiro, Jéssica Caldeira, Gláucia Caldeira, Gabriel Murga, Michelle Pegas, Natália Di-Vaio e Vanessa Lisboa.Contato: (21)93788056/ 94319740.
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